terça-feira, 28 de setembro de 2010

Édipo e o complexo materno

Como uma obra literária que pertence à cultura da Atenas do quinto século a.C e que transpõe de maneira muito livre uma lenda tebana muito antiga, anterior ao regime da cidade, pode confirmar as observações de um médico do começo do século XX? Como pode Gaia cometer incesto se Urano era-lhe filho de maneira muito particular, sem sexo? E Crono, nem toma o lugar do pai no leito materno! Estes e muitos outros questionamentos fazem Vernant e Vidal-Naquet sobre a leitura de Freud e Diedier Anzieu com relação à tragédia Édipo e os demais mitos gregos. As inquietudes apresentadas no artigo Édipo sem complexos podem ser apaziguadas com a seguinte afirmativa: Freud não ouviu Rita Lee!Conforme Jung, Freud freqüentemente queria dizer “amor” quando falava exclusivamente de sexualidade: “melhor seria dar àquilo que ele realmente tem em mente o nome de “Eros”, observa, “recorrendo às antigas concepções filosóficas de um “pan-eros” que impregna toda natureza viva como criador e fecundador”.
Sexo é tudo de bom, mas não é o instinto fundamental e a essência da psique humana. Ao contrário, reconhece-se que a psique é uma estrutura extremamente complexa. Não é possível reduzir todos os fenômenos a uma única força. Jung denomina esta força , de libido, no sentido clássico da palavra “desejo impetuoso”.
A sexualidade é um instinto básico cercado de mistérios e escrúpulos e que sob a forma de amor pode ser causa das mais violentas paixões, dos mais intensos anseios, dos mais profundos desesperos, dos sofrimentos mais secretos e das sensações mais dolorosas. É uma importante função física e uma função psíquica amplamente ramificada, sob a qual repousa todo futuro da humanidade. Tão importante quanto comer, embora seja um instinto de outro tipo. Só que, enquanto a gente pode satisfazer nossa fome publicamente, a sexualidade está presa a um tabu moral e deve submeter-se a uma série de determinações legais e restrições de todo tipo. Assim entende-se porque uma série de fortes interesses e afetos se reúna em torno desta questão- os afetos intervêm sempre onde a adaptação deixa a desejar.
Segundo Jung, Freud traça um perfil do inconsciente que mais parece um quarto de despejo onde armazenamos tão só desejos infantis reprimidos, porque proibidos, e desejos sexuais posteriores não permitidos. Para entender melhor: na escola de Freud, o homem como ser civilizado, não pode vivenciar uma série de instintos e desejos, simplesmente porque são incompatíveis com a lei e com a moral e somos obrigados a reprimir estes desejos, se queremos estar bem adaptados à sociedade.
A suposição de que o homem tenha estes desejos é absolutamente plausível e pode ser constatada por qualquer pessoa com um mínimo de honestidade. O processo através do qual um desejo torna-se incompatível, tornando-se inconsciente chama-se repressão, em contraposição ao recalque que pressupõe que o desejo continue consciente. Embora reprimido e esquecido, o conteúdo incompatível continua a existir, quer consista de desejos ou de recordações desgradáveis- e com sua presença imperceptível influencia os processos conscientes.
Se negarmos a teoria da sexualidade como exclusiva para explicar o inconsciente e a substituirmos por um conceito energético, devemos dizer que o inconsciente contém todos os elementos psíquicos cujo limiar o consciente não alcança ou não mais alcança ou ainda está por alcançar.

Luxo ou lixo
Então, existem as repressões como conteúdos do inconsciente e a elas devemos acrescentar tudo aquilo que já esquecemos. Estar esquecido não significa estar extinto, mas apenas que a lembrança tonou-se subliminar, ou seja, sua intensidade energética caiu a tal ponto que não aparece mais no consciente, razão porque está perdida para o consciente, mas não para o inconsciente. Além dos fatos esquecidos, existem também percepções subliminares, quer sejam simples percepções sensoriais que ocorrem sob o limiar da estimulação auditiva ou do campo visual externo, ou apercepções, isto é, percepções assimiladas abstratamente de processos internos e externos.
Todo este material constitui o inconsciente pessoal. Diz-se pessoal porque consiste inteiramente de experiências de vida pessoal. Mas se alguma coisa cai no inconsciente, imediatamente entra na rede de associações do material inconsciente, podendo, eventualmente, surgir conexões de alto valor que atravessam o consciente ou sobem a ele sob a forma de “inspirações”.
O inconsciente pessoal não esgota a natureza do inconsciente. Se o inconsciente fosse apenas pessoal, seria teoricamente possível atribuir todas as fantasias de um doente mental a experiências e expressões individuais. Claro que se atribui grande parte deste material à história pessoal, mas existem conexões de fantasias cujas raízes em vão se procuraria na história pregressa do indivíduo. Que fantasias são essas? Fantasias mitológicas. De onde procedem? Do cérebro, da estrutura hereditária do cérebro. Tais fantasias sempre têm um caráter original, criativo- assemelham-se a novas criações. Derivam de uma atividade criativa do cérebro e não simplesmente reprodutiva. Sabe-se que, juntamente com nosso corpo, recebemos um cérebro altamente desenvolvido que traz consigo toda a sua história e que ao atuar criativamente vai haurir a inspiração fora de sua própria história, fora da história da humanidade. Por história entendemos a história que fazemos e que chamamos de história objetiva. A fantasia criativa nada tem a ver com esta história, mas somente com aquela história remotíssima e natural que vem sendo transmitida de modo vivo desde tempos imemoriais, isto é, a história da estrutura do cérebro. E esta estrutura conta sua história que é a história da humanidade: o mito interminável da morte e do renascimento e da multiplicidade de figuras que estão envolvidas neste mistério.
Este inconsciente, sepultado na estrutura do cérebro e que revela sua presença viva apenas na fantasia criativa é o inconsciente supra-pessoal. Ele vive no indivíduo criativo, manifesta-se na visão do artista, na inspiração do pensador, na experiência interior da pessoa religiosa. O inconsciente supra-pessoal, como estrutura cerebral generalizada, é um espírito “onipresente” e “onisciente” que tudo pervarde. Conhece o ser humano como ele sempre foi e não como é neste exato momento. Conhece-o como mito. É por isso também que a relação com o inconsciente supra-pessoal ou inconsciente coletivo vem a ser uma expansão do ser humano para além de si mesmo, uma morte de seu ser pessoal e um renascer para uma nova dimensão, segundo a literatura dos mistérios antigos. Portanto, sem o sacrifício do homem como é atualmente não se pode lançar o Homem como ele sempre foi (e sempre será). Com toda certeza é o artista que mais sabe dizer acerca deste sacrifício do ser humano pessoal.
Numerosas são as tentativas mitológicas e filosóficas de formular e esclarecer a força criadora que o homem conhece como vivência subjetiva. Alguns exemplos: significado cosmogônico de Eros em Hesíodo (Teogonia), para o neoplatonico Plotino, a alma do mundo é a energia do intelecto.

A mãe

Mãe tenho ciúmes do pai
Quando se deita contigo Mãe
E te chupa as tetas
E te esborracha os seios
E se monta em ti
E se vem depois. Mãe
Xutos e Pontapés



Vernant e Naquet dizem que para os gregos a afeição recíproca entre pais e filhos de um lado, irmãs e irmãos de outro, representa o modelo daquilo que gregos chamam de philia. Os autores citam Aristóteles que, a propósito da tragédia, indica que esta philia repousa sobre uma espécie de identidade entre todos os membros da família no sentido estrito. “Cada parente é para seu parente, um alter ego, um si mesmo desdobrado ou multiplicado”, diz Vernant e o colega. “Nesse sentido a philia se opõe ao Eros, ao desejo amoroso, que leva a um outro que não si mesmo, outro pelo sexo, outro pelo parentesco”.
Para os gregos, fiéis neste ponto a tradição hesiodica, o comércio sexual une os
opostos, não os semelhantes. Identificar afeição familiar e desejo incestuoso é
confundir dois tipos de sentimentos que os gregos muito cuidadosamente
distinguiram e mesmo se opuseram. (Vernant-Naquet)
Jung explica que a separação do filho de sua mãe representa a despedida do homem da inconsciência animal. Só pela intervenção da proibição do incesto pôde surgir o indivíduo cônscio de si-mesmo, que antes de modo irreflexo se identifica esta parentela aí, como uma coisa só. Só assim surge a idéia da morte individual e definitiva, é o medo da morte que nos prende à mãe. Crescer além de si mesmo, significa uma morte.
E, ao mesmo tempo, deve-se considerar a lei, que em última análise e originalmente se exprime como proibição do incesto como obrigação à domesticação. Igualmente há de se qualificar o sistema religioso como uma instituição que absorve e organiza os instintos de natureza animal inadequados para os fins culturais, para gradativamente tornar possível seu uso sublimado.
Incesto é o retorno à infância. Para a criança não se trata ainda de incesto, só para o adulto, que possui uma sexualidade plenamente desenvolvida, este retorno se torna incesto, pois ele não é mais criança mas dispõe de uma sexualidade que já não suporta qualquer regressão.
Mas o homem quer apoderar-se de qualquer maneira do renascimento, para tornar-se criança novamente. Uma ferida aparece quando o incesto é tabu e com isto foi fechado o caminho para a esperançosa segurança da infância e juventude, para todo o acontecer instintivo inconsciente que faz a criança viver como um anexo dos pais, livre de qualquer responsabilidade. Está contida nisto muita recordação intuitiva da era animal, quando ainda não se falava em “você deve”, mas tudo era simples acontecer. Ainda parece persistir no homem uma profunda mágoa para com a lei que outrora o separou brutalmente do abandono instintivo e da beleza da natureza animal em sua harmonia mais profunda.
Esta separação manifestou-se entre outros na proibição do incesto e seus correlatos (leis sobre casamento, tabus alimentares, etc). Enquanto a criança permanece nesta identidade inconsciente com a mãe, ela continua integrada na alma animal tão inconsciente quanto esta. O desenvolvimento da consciência leva inevitavelmente não só à distinção em relação à mãe, mas também em relação aos pais e à família em geral, e a uma relativa separação do inconsciente e do mundo instintivo. Mas a nostalgia deste mundo perdido continua e sempre de novo nos acena quando surgem necessidades de adaptação difíceis, de desvios e recuos, de regressão para os tempos da infância, o que produz então a simbólica incestuosa.
O homem não pode transformar-se em algo exclusivamente pelo raciocínio, mas apenas naquilo que já está em potencial dentro dele. A morte tem um significado de penetração no ventre materno para o renascimento. Este é um dos mistérios que muitos mitos revelam.
A proibição do incesto figuradamente impede o filho de tornar a gerar-se a si mesmo através da mãe. Porém não é o homem em si, tal qual ele é, que deve ser gerado novamente ou renascer como um todo renovado, mas segundo a mitologia, é o herói ou deus que rejuvenesce. Estas figuras geralmente são expressas ou caracterizadas por símbolos da libido (luz, fogo, sol, etc.), dando a impressão de representarem a energia psíquica ou vital. De fato elas personificam a libido. Jung diz ser um fato confirmado que todas as partes da psique, na medida em que possuem certa autonomia, apresentam caráter de personalidade, como os produtos de cisão da histeria e esquizofrenia, os “espíritos” dos adeptos do espiritismo, as figuras de sonhos, etc. Cada parcela desagregada da libido, isto é, cada complexo, tem ou é uma personalidade (fragmentária). Apolo, foi este Apolo, meus amigos, quem produziu este sofrimento, o meu sofrimento!, queixa-se o Édipo de Sófocles. Não foi outro, mas eu mesmo, este miserável, quem com as mãos ensangüentadas me causou estes ferimentos!
Trata-se então de formações arquetípicas, que segundo Jung, são primeiro experimentadas e não imaginadas, como quer o racionalismo. A consciência de nossa personalidade origina-se da influência de arquétipos pessoais (deuses, heróis). É em primeiro lugar o deus que se transforma, e através dele também o homem participa da transformação.
A transferência da libido em regressão para a figura divina permite a afirmação de que é um deus ou herói quem comete o incesto. Em épocas primitivas não havia necessidade de maior simbolização. Esta só se torna necessária quando se começa a desacreditar este deus, o que só acontece numa esfera moral mais elevada.
A mãe corresponde ao inconsciente coletivo, o filho ao consciente que se julga livre mas que sempre de novo fica à mercê do sono e do inconsciente. Dragão e serpente são representantes simbólicos do medo das conseqüências da quebra d tabu, da regressão para o incesto. São guardiões e defensores do tesouro. A ameaça do recém-nascido pela serpente é encontrado, nomeadamente, em Mitra, Apolo e Hércules.
O pai representa o mundo das ordens e proibições morais, é o representante do espírito que se opõe à impulsividade, impedindo-a (por isto em muitos mitos a serpente é enviada pelo pai). É este seu papel arquétipo, que lhe cabe inexoravelmente, sem interferir em suas demais qualidades pessoais. Subjugando à mãe, o herói torna-se igual ao sol e gera a si mesmo de novo.
O pai, seja como gigante ou animal perigoso, força a proibição do incesto. Como a mãe que dá a vida e torna a tratá-la como mãe devoradora, também o pai é paradoxal, pois vive seus instintos livremente e ao mesmo tempo personifica a lei que os proíbe. A diferença é que o pai não comete incesto enquanto o filho mostra tendências para o mesmo. O abatimento do touro evidentemente significa um domínio dos instintos animais, mas, secreta e ocultamente, também uma violação da força da lei, portanto uma usurpação dos direitos culposos. Toda inovação radical representa uma lesão de direitos tradicionais e por isso ocasionalmente um crime mortal. O herói vence seus instintos animais (o touro). O animal representa o instinto e a proibição, e o homem é homem porque vence os instintos animais. O herói sacrifica sua natureza animal. No mito do sacrifício, a renúncia à instintividade já não corre na forma da arcaica subjugação da mãe, mas através da renúncia da instintividade própria. A idéia primitiva do renascimento pela penetração no ventre materno se desloca tanto que o herói, já suficientemente adiantado na domesticação, ao invés de cometer o incesto, procura alcançar a imortalidade através do sacrifício da tendência ao incesto. Esta importante transformação só vem a completar-se totalmente no símbolo do Deus crucificado. Embora a árvore da vida tenha um significado materno, ela não é mais a mãe, mas um equivalente simbólico da mesma, a quem o herói sacrifica a sua vida. Não é possível imaginar um símbolo que pudesse reprimir a instintividade de modo mais drástico. Até o tipo de morte revela o conteúdo simbólico do ato: o herói pendura-se nos galhos da árvore materna ao ser atado nos braços da cruz. Ele, por assim dizer, se une com a mãe na morte, e ao mesmo tempo nega ato de união e paga sua culpa com a pena de morte. Por este ato de coragem máxima e máxima renúncia, a natureza animal é reprimida ao extremo, razão por que se pode esperar como resultado uma graça máxima para a humanidade, pois somente um ato desta natureza parece poder redimir a culpa de Adão, que consistiu numa instintividade irrefreada. O sacrifício justamente não significa uma regressão, mas uma transferência bem sucedida da libido para o equivalente simbólico da mãe, e com isto para o plano espiritual.
A psicanálise freudiana pressupõe que pode ver por trás da imagem (ou símbolo) seu “significado real”, ou latente disfarçado pelo significado aparente da imagem. Assim, imagens e símbolos não são mais do que sinais de um conteúdo reprimido e, principalmente, sexual. Avens afirma que Freud estava aparentemente disposto a sacrificar os valores da civilização em nome desta teoria, vendo “na peróla nada mais que uma doença da ostra, para reduzir a arte a termos de fantasia sexual, como se reduzisse um quadro aos seus componentes de tinta e tela”.


Excertos adaptados de Realidade e Imaginação, de Robert Avens, Arquétipos e Inconsciente Coletivo, Psicologia em transição e Símbolos da Transformação, de Jung, e Mito e Tragédia na Grécia Antiga, de Jean- Pierre Vernant e Pierre Vidal-Naquet

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Cria teu e-book!

Bibliografias

Bibliografia Núcleo de Dramatugia SESI SP

POÉTICA
Aristóteles (há várias traduções possíveis).
A EXPERIÊNCIA VIVA DO TEATRO
Eric Bentley – Coleção Palco e Tela
Zahar Editores, 1981
O DRAMATURGO COMO PENSADOR
Eric Bentley - Editora Civilização Brasileira, 1991
TEATRO GREGO – TRAGÉDIA E COMÉDIA
Junito de Souza Brandão - Vozes, 1984
PARA TRÁS E PARA FRENTE – UM GUIA PARA LEITURA DE PEÇAS
TEATRAIS
David Ball – Coleção Debates - Ed. Perspectiva, 1999
LER O TEATRO CONTEMPORÂNEO
Jean-Pierre Ryngaert – Ed. Martins Fontes, 1998
TRÊS USOS DA FACA – SOBRE A NATUREZA E A FINALIDADE DO DRAMA
David Mamet - Ed. Civilização Brasileira, 2001
DICIONÁRIO DE TEATRO
Patrice Pavis – Ed. Perspectiva, 1999
A ANÁLISE DOS ESPETÁCULOS
Patrice Pavis – Ed. Perspectiva, 2005
MITO E REALIDADE
Mircea Eliade - Coleção Debates, Editora Perspectiva, 1972
TRAGÉDIA MODERNA
Raymond Williams - Ed. Cosac & Naify, 2002
PROBLEMAS DA POÉTICA DE DOSTOIÉVSKI
Mikhail Bakhtin - Forense Universitária,1997
O TEATRO ÉPICO
Anatol Rosenfeld - COLEÇÃO DEBATES – Editora Perspectiva, 1985
O TEATRO BRASILEIRO MODERNO
Décio de Almeida Prado – COLEÇÃO DEBATES - Ed. Perspectiva, 1988
O TEXTO NO TEATRO
Sabato Magaldi – Ed. Perspectiva, 2001
TEORIA DO DRAMA MODERNO [1880-1950]
Peter Szondi – Cosac & Naify, 2001
TEATRO PÓS-DRAMÁTICO
Hans-Thies Lehmann - Ed. Cosac & Naify, 2007
O RISO – ENSAIO SOBRE A SIGNIFICAÇÃO DO CÔMICO
Henri Bergson – Ed. Zahar, 1983
WRITING A PLAY
Gooch, Steve - A & C Black Publishers Limited. 2004
PlAYWRITING
Greig, Noel - Routledge, USA, 2005




Psicologia junguiana
EDINGER, Edward F. Ego e Arquétipo, SP, Cultrix, 1989
HILLMAN, James. Estudos de Psicologia arquetípica, RJ, Achiamé, 1981
JAFFÉ, Aniela. O Mito do Significado na Obra de C. G. Jung, SP, Cultrix, 1989
JUNG, Carl Gustav. Obras Completas, Petrópolis, Vozes
JUNG, Carl Gustav. O Homem e Seus Símbolos, RJ, Nova Fronteira, 1964
JUNG, Carl Gustav. Memórias Sonhos e Reflexões, RJ, Nova Fronteira, 1961
NEUMANN, Erich. História da Origem da Consciência, SP, Cultrix, 1990
SILVEIRA, Nise. Imagens do Inconsciente, RJ, Alambra, 1981
VON FRANZ, Marie-Louise, C.G.Jung, Seu Mito em Nossa Época, SP, Cultrix, 1992
WHITMONT, Edward C. A Busca do Símbolo, SP, Cultrix, 1994
ZWEIG, Connie, e ABRAMS, Jeremiah.(organizadores). Ao Encontro da Sombra, SP, Cultrix, 1994
HILLMAN, James. O Código do Ser, RJ, Objetiva, 1997
MINDELL, Arnold, O Corpo Onírico, SP, Summus, 1989
NEUMANN, Erich. A Criança, SP, Cultrix, 1991
SAMUELS, Andrew e Colaboradores. Dicionário Crítico de Análise Junguiana, R J, Imago, 1988
SHARP, D. Tipos de personalidade, SP, Cultrix, 1990
VON FRANZ, M. L. & HILLMAN, J. A tipologia de Jung, SP, Cultrix, 1990
BOLEN, Jean Shinoda. A Sincronicidade e o Tao, SP, Cultrix, 1991
CLARKE, J. J. Em Busca de Jung, RJ, Ediouro, 1993
FRANZ, Marie-Louise von. Adivinhação e sincronicidade, SP, Cultrix, 1985
HILLMAN, James. Suicídio e alma, Petrópolis, Vozes, 1993
HILLMAN, James. Uma busca interior em psicologia e religião, SP, Paulinas, 1985
PROGROFF, Ira. Jung, Sincronicidade e destino humano, SP, Cultrix, 1989
Tuiavii. O Papalagui, SP, Marco Zero. 1987
GUGGENBÜHL-CRAIG, Adolf. O abuso do poder na psicoterapia e na medicina, serviço social, sacerdócio e magistério. RJ, Achiamé, 1978
SANFORD, J. Os Parceiros Invisíveis, SP, Paulus, 1986
STEIN, Robert. Incesto e amor humano, SP, Símbolo, 1978
STEINBVERG, Warren. Aspectos Clínicos da Terapia Junguiana, SP, Cultrix, 1992
BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega, Petrópolis, Vozes, 1989
CAMPBELL, Joseph. O poder do mito, SP, Palas Athena, 1990
FIERZ, Heinrich Karl. Psiquiatria junguiana, SP, Paulus, 1997
HILLMAN, J. O mito da análise, RJ, Paz e Terra, 1984
KERÉNYI, Karl. Os Deuses Gregos/Os Heróis Gregos, SP, Cultrix, 1994
SALAND, N. S. A Personalidade limítrofe, SP, Cultrix, 1989
VON FRANZ, Marie-Louise. Reflexos da alma, SP, Cultrix, 1992
SAMUELS, Andrew. Jung e os Pós-Junguianos, RJ, Imago, 1989
SANFORD, John. Os sonhos e a cura da alma. SP, Paulinas, 1991
WHITMONT, Edward e S. Pereira. Sonhos um portal para a fonte,SP, Summus, 1995
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico, SP, Cortez, 2000
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia, SP, Ática, 1995
Brandão, Junito de Souza (1998). Mitologia Grega –– Petrópolis: Ed. Vozes, 1998, vol 2, pp. 113-140.
Byington, Carlos A.B. (2008). Psicologia Simbólica Junguiana – São Paulo: Ed. Linear B, 2008, capítulos 1, 2, 3 e 4.

Real é o que produz efeitos, Carl Jung

Solicita teu exemplar! Participo com 3 contos.

Solicita teu exemplar! Participo com 3 contos.
Interessados entrem em contato comigo pelo e-mail lucianegodinho@ig.com.br O valor é 25, despacho pelo Correio sem custo adicional

Pesquisar este blog