sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Da Pratika, que não tenho saudades :)

Estou muito feliz com a minha Rebel XSi Digital (obrigada ao Javier Cencig que ficou dando toques para eu comprar Canon). Primeiro porque, conforme salientou o professor Germano Preichardt, do Núcleo de Fotografia da UFRGS, não gasto fortunas para revelar minhas fotos. E tão prazeroso quanto fotografar é revelar-editar nos programas que o mercado oferece. Tenho muito o que estudar, mas por ora permitido-me a liberdade de experimentar. Alguns recursos como viragem de cor, que dão o maior trabalho para fazer com filme fotográfico, faz-se com facilidade com estes programas. Percebo o preconceito das pessoas com relação ao uso dos programas de edição e seus recursos, entretanto como se vai revelar as fotografias? Meter a digital numa bacia de revelador? Considero absurdo os retoques que fazem nas pessoas nas fotografias sociais- e isto é um tanto abusivo, como deixar a cara limpa, branquear dentes- pra isto tem dermatologista e dentista. Vá lá que a gente escolha sempre aquelas  que nos favoreçam, mas daí a ficar mascarado a distância é longa. Ontem mesmo vi umas fotografias de casamento de uma amiga- fiquei horrorizada com os convidados bonecos de cera. E, mesmo com a analógica, há manipulação, em função da escolha do ângulo, abertura do diafragma, etc.

 

 

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3 comentários:

  1. Essa pequena reflexão dá pano para golíacas mangas.
    Bem disseste, a composição, a seleção do que entra no enquadramento, as escolhas de lente, etc. são já as primeiras manipulações e, portanto, resta pouco aos puristas que pretendam condenar o tratamento da imagem.
    No entanto, indo além, permite-se uma questão sobre a ontologia da foto. O que define de fato a fotografia? É um pedaço de papel com uma imagem obtida pela exposição de um objeto sobre o filme (sensor)? É o ato de fotografar? É um resultado visual que independe do suporte? Acho que tudo isso tem pouca importância, contudo, diante do veredicto final de quem vê a foto e diz “isto é uma foto de que gosto”. Manipulada ou não, tratada ou não, o resultado estético tem sempre o potencial de singularidade, o resto são escolhas.
    (contin' novo no atreito...)

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  2. A fotografia era marginal no que se refere à arte, mas hoje está em exposição em muitas galerias e museus de arte. Acho bem legal a fotografia pictórica e toda a história que sucede esta pretensão. Vou colocar pra frente uma postagem que fiz.

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  3. não encontrei, mas colei um da wikipédia que tá legal.

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Bibliografias

Bibliografia Núcleo de Dramatugia SESI SP

POÉTICA
Aristóteles (há várias traduções possíveis).
A EXPERIÊNCIA VIVA DO TEATRO
Eric Bentley – Coleção Palco e Tela
Zahar Editores, 1981
O DRAMATURGO COMO PENSADOR
Eric Bentley - Editora Civilização Brasileira, 1991
TEATRO GREGO – TRAGÉDIA E COMÉDIA
Junito de Souza Brandão - Vozes, 1984
PARA TRÁS E PARA FRENTE – UM GUIA PARA LEITURA DE PEÇAS
TEATRAIS
David Ball – Coleção Debates - Ed. Perspectiva, 1999
LER O TEATRO CONTEMPORÂNEO
Jean-Pierre Ryngaert – Ed. Martins Fontes, 1998
TRÊS USOS DA FACA – SOBRE A NATUREZA E A FINALIDADE DO DRAMA
David Mamet - Ed. Civilização Brasileira, 2001
DICIONÁRIO DE TEATRO
Patrice Pavis – Ed. Perspectiva, 1999
A ANÁLISE DOS ESPETÁCULOS
Patrice Pavis – Ed. Perspectiva, 2005
MITO E REALIDADE
Mircea Eliade - Coleção Debates, Editora Perspectiva, 1972
TRAGÉDIA MODERNA
Raymond Williams - Ed. Cosac & Naify, 2002
PROBLEMAS DA POÉTICA DE DOSTOIÉVSKI
Mikhail Bakhtin - Forense Universitária,1997
O TEATRO ÉPICO
Anatol Rosenfeld - COLEÇÃO DEBATES – Editora Perspectiva, 1985
O TEATRO BRASILEIRO MODERNO
Décio de Almeida Prado – COLEÇÃO DEBATES - Ed. Perspectiva, 1988
O TEXTO NO TEATRO
Sabato Magaldi – Ed. Perspectiva, 2001
TEORIA DO DRAMA MODERNO [1880-1950]
Peter Szondi – Cosac & Naify, 2001
TEATRO PÓS-DRAMÁTICO
Hans-Thies Lehmann - Ed. Cosac & Naify, 2007
O RISO – ENSAIO SOBRE A SIGNIFICAÇÃO DO CÔMICO
Henri Bergson – Ed. Zahar, 1983
WRITING A PLAY
Gooch, Steve - A & C Black Publishers Limited. 2004
PlAYWRITING
Greig, Noel - Routledge, USA, 2005




Psicologia junguiana
EDINGER, Edward F. Ego e Arquétipo, SP, Cultrix, 1989
HILLMAN, James. Estudos de Psicologia arquetípica, RJ, Achiamé, 1981
JAFFÉ, Aniela. O Mito do Significado na Obra de C. G. Jung, SP, Cultrix, 1989
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JUNG, Carl Gustav. O Homem e Seus Símbolos, RJ, Nova Fronteira, 1964
JUNG, Carl Gustav. Memórias Sonhos e Reflexões, RJ, Nova Fronteira, 1961
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WHITMONT, Edward C. A Busca do Símbolo, SP, Cultrix, 1994
ZWEIG, Connie, e ABRAMS, Jeremiah.(organizadores). Ao Encontro da Sombra, SP, Cultrix, 1994
HILLMAN, James. O Código do Ser, RJ, Objetiva, 1997
MINDELL, Arnold, O Corpo Onírico, SP, Summus, 1989
NEUMANN, Erich. A Criança, SP, Cultrix, 1991
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VON FRANZ, Marie-Louise. Reflexos da alma, SP, Cultrix, 1992
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SANFORD, John. Os sonhos e a cura da alma. SP, Paulinas, 1991
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SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico, SP, Cortez, 2000
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia, SP, Ática, 1995
Brandão, Junito de Souza (1998). Mitologia Grega –– Petrópolis: Ed. Vozes, 1998, vol 2, pp. 113-140.
Byington, Carlos A.B. (2008). Psicologia Simbólica Junguiana – São Paulo: Ed. Linear B, 2008, capítulos 1, 2, 3 e 4.

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