domingo, 26 de junho de 2011

Lua Branca - Chiquinha Gonzaga



Presente do RS num domingo frio e ventoso.

domingo, 19 de junho de 2011

Revista Piolho



À convite do poeta português Antônio Silva Oliveira, participo com contos curtos na edição número 5 da Revista Piolho, que esteve presente na Feira do Porto -Portugal. A Revista foi Coordenada por Sílvia C. Silva, Meireles de Pinho (capa e arranjo gráfico),Fernando Guerreiro e A. Dasilva O. com colaboração especial de Érica Zingano e do grupo a «piolheira».

segunda-feira, 7 de março de 2011

Oficina Literária Santa Sede

A Oficina Lietrária Santa Sede, com o escritor e músico Rubenz, tem apenas uma vaga a ser preenchida! Vale a pena porque o Rubem é muito cri-cri com relação aos textos dos oficineiros, sempre respeitando o estilo de cada um. No final é lançada uma Antologia :)
Informações: rubempenz@yahoo.com.br

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Prefeitura de Tapes: está chegando a hora dos acertos de contas

Tive numa reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Tapes/RS – CONDERT, em que esteve presente entre outros um representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Eduardo Silva, e do IRGA, Theodoro Soares. Parece que ninguém vai aturar mais a opacidade com relação às contas da Prefeitura de Tapes.

Deus é pai, não é padrasto :)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A Atitude que faz a diferenca

Parque eólico em Tapes

Silvia Marisa Duncan: - País mais pobre que a India e os marajás super megas bilionários, desfilando pelo mundo etc, tu viste que tem um circulando por aqui, não sei que negócio quer montar,me tapei de nojo. Só falta ele querer montar um frigorifico, daí é demais.
Eu: - Ahã, vai montar um parque eólico em Tapes. E parece que o prefeito Sylvio Tejada vai fazer uma Cooperativa do sopro, reunindo um grande contigente da população miserável a fim de sensibilizar os governos estaduais e federais para pleitear recursos que os beneficiarios verão minimamente. Os trabalhadores vão assoprar nos dias que não há vento.
Silvia: - Será que ele vai trazer as odaliscas ou as russas?
Eu: - Pra quê? se tem a câmara de vereadores?

A administração municipal em Tapes

Enquanto a Cooperativa Mista do Carroceiros e Recicladores de Tapes dívide o pagamento dos 24 cooperados em duas vezes- metade pagam num mês, metade noutro- o valor de R$ 58 por cada cooperado, a Prefeitura de Tapes acumulou um rombo de R$ 1.673.517,02 junto INSS. A multa do Tribunal de contas do estado por essa e outras irregularidades do perfeito Sylvia Tejada foi a irrisória quantia de R$ 1.500.

Polícia Titãs

Ana Carolina - brasil corrupção

"...podridão do seu comportamento, roubando escola de criança"




nossa, dá até vontade de chorar. deus esteja com ela. bem feito para esses bandidos. se alguém rouba uma moranga- como eu vi uma vez uma mulher esconder uma dentro do casaco num mercadinho, é encaminhado para delegacia de polícia. nos crimes deles não entra camburão.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

POEMA DE AGRADECIMENTO À " CORJA " ... de Joaquim Pessoa

Via Teresa Campos, d'As Padeiras de Aljubarrota
 
 

Obrigado, excelências.
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade
de vivermos felizes e em paz.
Obrigado pelo exemplo que se esforçam em nos dar
de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem
dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada.
Por não nos darem explicações. Obrigado por se orgulharem de nos tirar
as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias
um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade
e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer,
o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente
quem temos de rejeitar

pergunta ao meu cavalo II

A partir de manhã, estarei postando aqui: http://perguntaaomeucavalo2.blogspot.com/
Acabou minha quota para postar fotografias, então criei outra conta.

 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Barco é só um nome


"E me fala de coisas bonitas

Que eu acredito

Que não deixarão de existir

Amizade, palavra, respeito

Caráter, bondade alegria e amor

...Pois não posso

Não devo

Não quero

Viver como toda essa gente

Insiste em viver

E não posso aceitar sossegado

Qualquer sacanagem ser coisa normal"



(Miltom Nascimento)

Prefeito de Tapes Sylvio Tejada é condenado pelo Tribunal de Contas do Estado

Estado do Rio Grande do Sul
Tribunal de Contas
Gabinete do Conselheiro Cezar Miola
TRIBUNAL DE CONTAS


Relator: CONSELHEIRO SUBSTITUTO ALEXANDRE MARIOTTI
Processo nº 001611-02.00/09-4
Matéria: PROCESSO DE CONTAS
Órgão: EXECUTIVO MUNICIPAL DE TAPES
Exercício: 2009
Gestores: SYLVIO TEJADA XAVIER E JOSÉ PATRÍCIO FARIAS
Órgão Julgador: SEGUNDA CÂMARA
Data da sessão: 25-11-2010

PROCESSO DE CONTAS. MULTA. PARECER
DESFAVORÁVEL (SYLVIO TEJADA XAVIER). PARECER
FAVORÁVEL (JOSÉ PATRÍCIO FARIAS).
RECOMENDAÇÃO AO ATUAL GESTOR.
As condutas infringentes a regras e princípios
constitucionais e à legislação incidente determinam a
imposição de penalidade pecuniária e a emissão de
parecer desfavorável à aprovação das Contas.
A inexistência de falhas no período de substituição
impõe a emissão de parecer favorável.
As infringências ao ordenamento jurídico justificam
recomendação ao atual Administrador no sentido da
implementação de medidas preventivas e corretivas.
RELATÓRIO
Trata-se do Processo de Contas dos Senhores Sylvio Tejada Xavier
(Prefeito) e José Patrício Farias (Vice-Prefeito), Administradores do Município
de Tapes no exercício de 2009 (o segundo, de 12 a 19-01 e de 07 a
20-02-2009; e, o primeiro, nos demais períodos).
A Supervisão de Instrução de Contas Municipais – SICM noticia a
ocorrência de falhas (fls. 185 a 187).
No Processo de Gestão Fiscal relativo ao período examinado, esta
Segunda Câmara, em sessão de 20-05-2010, emitiu parecer pelo
atendimento à Lei Complementar nº 101/2000.
Intimados os Gestores, apenas o Prefeito, presta esclarecimentos
(fls. 201 a 209), através de Procurador devidamente habilitado (o Advogado
Gladimir Chiele – fl. 112), juntando documentação comprobatória (fls. 210 a
255), a partir de cujo exame a SICM (fls. 256 a 274) conclui pela
permanência de todos os apontes, a saber:
1.1 – pagamento de diárias com base na Lei Municipal
nº 2.194/2003, que prevê valores para a indenização dos servidores
comissionados, em deslocamento para fora do Município, superiores aos
devidos aos servidores efetivos, nas mesmas circunstâncias. Privilégio
infringente ao princípio da impessoalidade, expresso no caput do artigo 37
da Constituição Brasileira (fls. 95, 96, 121 e 122);
2.1 – cedências de três estagiários, com ônus para o Município,
destinadas ao atendimento de necessidades do Fórum e da Defensoria
Pública locais. Despesas com repercussão anual de R$ 20.484,00. Satisfação
de demandas de outras esferas do Poder Público em detrimento das que são
próprias do Município, tais como a reivindicação de um veículo formulada
pelo Conselho Tutelar, a qual foi, inclusive, objeto de Termo de Ajustamento
de Conduta – TAC, firmado entre o Executivo Municipal e o Ministério Público
em 04-08-2009. Deficiências de aparelhamento do Conselho Tutelar,
prejudiciais à sua ação institucional, voltada à execução da política de
atendimento dos direitos da criança e do adolescente, prevista nos artigos 86
e 132 da Lei Federal nº 8.069/1990. Inobservância ao disposto no artigo 4º
da Lei Federal nº 4.320/1964, segundo o qual os recursos do Poder
Executivo Municipal devem ser aplicados em suas próprias despesas (fls. 96,
97, 122 a 124);
2.2.1 – contratação de Agentes Comunitários de Saúde e de
Controle da Dengue mediante convênio mantido com a APAE – Associação
de Pais e Amigos dos Excepcionais de Tapes, ajuste firmado em 11-02-2005
e cujo prazo de vigência sofreu a última prorrogação em 28-12-2008,
prevendo um novo período de 12 meses, a contar de 31-12-2008.
Terceirização de pessoal infringente das disposições da Emenda
Constitucional nº 51/2006, conforme orientação estabelecida pelo Tribunal
Pleno na decisão proferida no Processo nº 003707-02.00/06-7, em sessão de
20-12-2006 (fls. 98 e 124);
2.2.2 – repasses de recursos públicos à APAE executados na
Rubrica 335043010000 – Subvenções Sociais – Instituições de Caráter
Assistencial, Cultural e Educacional, que não integra o cálculo de despesas
com pessoal para efeito de aferição do limite estabelecido na alínea b do
inciso III do artigo 20 da Lei Complementar nº 101/2000. Dispêndios que
consubstanciam despesas com pessoal, pois a contratação dos servidores
prevista no convênio deveria ter sido feita diretamente pelo Poder Público,
consoante disposto na Emenda Constitucional nº 51/2006. Gastos, até o final
do exercício, no montante de R$ 264.927,65 (fls. 99, 125 e 126);
2.2.3 – ausência de recolhimento da contribuição previdenciária
devida ao INSS – Instituto Nacional de Seguridade Social – pela APAE, na
condição de empregadora dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes
de Controle da Dengue. Isenção da contribuição previdenciária assegurada
às entidades filantrópicas pelo artigo 55, inciso V, da Lei Federal
nº 8.212/1991, no exercício de suas finalidades institucionais, que não
alcança a intermediação de mão de obra pactuada com o Município de
Tapes. Passivo potencial que a qualquer momento poderá ser reivindicado
pelo INSS, acrescido de encargos de mora, levando ao comprometimento
dos recursos da execução orçamentária de exercícios futuros. Irregularidade
já apontada nos exercícios de 2006, 2007 e 2008 e que, somada aos valores
relativos ao exercício de 2009, perfaz o montante de R$ 1.673.517,02 (fls. 99
a 101 e 126 a 128);
2.2.4 – desatendimento da reiterada sugestão deste Tribunal de
Contas, contida nos Processos nºs 003712-02.00/06-5 e 010618-02.00/07-6,
relativos aos exercícios de 2006 e 2007, no sentido de que fosse efetuada
consulta junto ao INSS para dirimir dúvidas quanto ao alcance do Certificado
de Entidade de Fins Filantrópicos – CEFF no que concerne à contribuição
patronal. A falta de contribuição para o INSS constou do rol de
irregularidades que deram ensejo à imposição de multa ao Administrador,
consoante decisão proferida no Processo nº 010618-02.00/07-6. Premência
da adoção de tal medida administrativa, diante da falta de provisionamento
dos valores não pagos, revelando a inexistência de ação planejada e
transparente voltada à prevenção de riscos e à correção de desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, medida acautelatória prevista no
artigo 1º da Lei Complementar nº 101/2000. Eventual reconhecimento da
dívida que poderá ensejar ao Ordenador de Despesas o dever de restituição
dos encargos de mora a que der causa, conforme prevêem os incisos XIV do
artigo 1º do Decreto-Lei nº 201/1967, e o X do artigo 10 da Lei Federal
nº 8.429/1992, combinados com o artigo 1º da LRF (fls. 101, 102, 128 a
130);
3 – deficiências no registro, controle e guarda de bens
permanentes. Ausência de realização de inventários, sendo que os valores
registrados na Contabilidade não apresentam expressão nos registros
auxiliares de patrimônio, além da destinação dos bens não ser processada
mediante requisição formal e da ausência de elaboração de termos de
responsabilidade pela guarda dos bens patrimoniais. Inobservância ao
disposto nos artigos 94, 95 e 96 da Lei Federal nº 4.320/1964 (fls. 103, 130
e 131);
4.1 – falta de envio de informações ao SISCOP. Descumprimento
ao artigo 2º, § 1º, da Resolução nº 612/2002, deste Tribunal de Contas.
Falha já verificada no exercício anterior (fls. 103, 104 e 131);
4.2 – expiração do prazo de vigência dos instrumentos
contratuais, sem que tenha sido providenciada sua aditivação em relação às
Tomadas de Preços nºs 011 e 12/2008, que geraram os Contratos nºs 237 e
235/2008, respectivamente. Infringência ao princípio constitucional da
eficiência (fls. 104, 131 e 132);
2 da consolidação – a remessa de normas à Base de Legislação
Municipal do Tribunal de Contas do Estado – BLM não foi procedida de
acordo com as condições e os prazos previstos na Resolução nº 843/2009 e
na Instrução Normativa nº 12/2009, ambas desta Casa (fls. 185 e 186).
O Órgão Técnico consigna que não foram constatadas
irregularidades nos períodos em que o Senhor José Patrício Farias,
Vice-Prefeito, esteve à frente do Executivo Municipal (fl. 273).
Instado, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas
manifesta-se por meio do Parecer MPC nº 8120/2010, exarado pela Adjunta
de Procurador Fernanda Ismael, concluindo, em síntese, pela advertência à
Origem; imposição de multa e emissão de pareceres desfavorável à aprovação das Contas do Senhor Sylvio Tejada Xavier e favorável àquelas
relativas ao Senhor José Patrício Farias (fls. 275 a 281).
É o relatório.
VOTO
I – O conjunto das irregularidades apontadas nos autos,
notadamente aquelas objeto dos apontes nºs 2.2.1, 2.2.2, 2.2.3, 2.2.4 e 3,
revela a prática de atos administrativos e de gestão contrários às normas de
administração financeira e orçamentária e a dispositivos constitucionais,
constituindo motivo para fundamentar, além da emissão de parecer
desfavorável à aprovação das Contas do Senhor Sylvio Tejada Xavier,
também a aplicação de penalidade pecuniária.
Especialmente quanto à matéria versada no tópico nº 2.2 e
subitens (convênio firmado com a APAE – Associação de Pais e Amigos dos
Excepcionais de Tapes, visando o desenvolvimento de atividades de
programas de saúde elencados no plano de trabalho anexo ao termo aditivo
de 29-12-2008, destacando o PACS – Programa de Agentes Comunitários de
Saúde e o PNCD – Programa Nacional de Controle da Dengue), são
reiteradas as manifestações da Corte, e deste Conselheiro, tanto em sede de
orientação quanto nos processos de contas, reafirmando que a
“terceirização” de ações e serviços de saúde e as repetidas alocações de
encargos afetos à Administração para associações, cooperativas ou outras
instituições e empresas intermediadoras do fornecimento de mão-de-obra
violam os princípios que regem o Sistema Único de Saúde, expressos no
artigo 198 da Constituição da República, e as disposições da Lei Federal
nº 8.080/1990 (arts. 7º e 24).
Nesse sentido, ressalto importante decisão prolatada pelo
Tribunal Pleno (sessão de 19-03-2008), em declinação de competência,
nos autos da Prestação de Contas do Prefeito de Carazinho (Processo
nº 002624-02.00/05-9, Relator o Conselheiro Helio Saul Mileski), exercício
de 2004. Sobredito decisum, confirmado em sede de reconsideração
(Processo nº 003560-02.00/08-9 – sessão de 17-12-2008, Relator o
Conselheiro Victor José Faccioni) e adotado como orientação normativa a ser
aplicada aos órgãos jurisdicionados, acolheu os termos dos Pareceres
nºs 0029/2007, da douta Auditoria, e 0151/2008, do MPC. Deliberação no
mesmo sentido se deu também nos Processos nºs 007514-02.00/08-0 (Executivo de Vila Maria), 007939-02.00/08-0 (Executivo de Cotiporã),
005428-02.00/08-0 (Executivo de São Francisco de Paula) e
006492-02.00/08-3 (Executivo de Carazinho), em sessões de 05-11-2009,
03-12-2009, 04-03-2010 e 23-09-2010, respectivamente. E, em todos os
casos, o parecer exarado pela Casa foi no sentido da desaprovação das
Contas.
A situação também revela afronta ao princípio da acessibilidade
aos cargos e empregos públicos pelas vias constitucionalmente previstas
(art. 37, incs. II e IX), bem como incide nas disposições da Súmula nº 331
do TST, registrando, ainda, que a utilização de tal prática distorce a
apuração do percentual de gastos com pessoal previstos no artigo 19 da
LRF.
Destaco, ainda, que a ocorrência em foco foi igualmente apontada
nas Contas dos três exercícios anteriores (Processos nºs 003382-02.00/07-3,
010618-02.00/07-6 e 007037-02.00/08-0). A equipe auditora noticia que, de
2006 a 2009, o valor que o INSS poderá exigir da APAE, a título de
contribuição previdenciária não recolhida, e que deverão ser assumidas pelo
Erário, atinge o montante nominal de R$ 1.673.517,02. Registrando, por
oportuno, que o Gestor era o Sr. Sylvio Tejada Xavier (fls. 98 a 102 e 124 a
130).
Por fim, cabe recomendar ao atual Administrador que evite a
ocorrência de falhas como as apontadas e implemente medidas corretivas
em relação àquelas passíveis de regularização e, em especial, que se
abstenha de efetivar ou renovar a contratação de pessoal através de
quaisquer entes com o fito de intermediar o fornecimento de mão-de-obra, o
que deverá ser examinado em futura auditoria.
II – Já no que diz com o Senhor José Patrício Farias, Vice-Prefeito,
considerando os seus exíguos períodos de gestão e a ausência de falhas
específicas a ele imputáveis, entendo descaber a imposição de penalidade
pecuniária ao mesmo.
III – Em face do exposto, acolhendo in totum os fundamentos do
informe técnico e aqueles declinados no parecer ministerial, voto por:
a) impor multa no valor de R$ 1.500,00 ao Senhor Sylvio Tejada
Xavier, nos termos dos artigos 67 da Lei Estadual nº 11.424/2000 e 132 do Regimento Interno deste Tribunal, por afronta a normas constitucionais e
legais reguladoras da gestão administrativa;
b) remeter os autos à Supervisão de Instrução de Contas
Municipais para que proceda à elaboração do demonstrativo da penalidade
pecuniária imposta na alínea a deste decisum, em conformidade com o
disposto na Resolução nº 585/2001;
c) intimar o Responsável para que, no prazo de 30 dias, comprove
a este Tribunal o recolhimento do valor de que trata a alínea a deste
decisório aos Cofres do Estado;
d) extrair-se Certidão de Decisão – Título Executivo, nos termos
da Instrução Normativa nº 06/2004, caso não cumprida a presente decisão e
após o seu trânsito em julgado;
e) recomendar ao atual Gestor que evite a ocorrência de falhas
como as apontadas no relatório, em especial as destacadas no título I deste
voto e adote providências corretivas em relação àquelas passíveis de
regularização, a serem aferidas em futuro procedimento de fiscalização junto
àquele Órgão e, especificamente se abstenha de efetivar ou renovar a
contratação de pessoal através de quaisquer entes com o fito de intermediar
o fornecimento de mão-de-obra;
f) emitir parecer desfavorável à aprovação das Contas do Senhor
Sylvio Tejada Xavier, Prefeito do Município de Tapes no exercício de 2009,
com fundamento no artigo 3º, incisos VIII e XI, da Resolução nº 414/1992;
g) emitir parecer favorável à aprovação das Contas do Senhor
José Patrício Farias, Vice-Prefeito do Município de Tapes, no exercício de
2009, com fundamento no artigo 5° da mesma Resolução;
h) dar ciência do parecer de que trata a alínea f deste decisório ao
Procurador Regional Eleitoral, consoante preceitua o artigo 87 do Regimento
Interno desta Corte;
i) dar ciência da presente decisão, do relatório e voto que a
fundamentam, bem como do parecer de que cuida a mesma letra f, ao
Ministério Público Estadual;j) após o trânsito em julgado, cumpridos os procedimentos
reguladores, seja o processo encaminhado ao Legislativo Municipal de Tapes,
para o exercício de suas competências constitucionais e legais.
É o meu voto.
Gabinete, em 25-11-2010.
Conselheiro Substituto Alexandre Mariotti,
Relator.
AMVT001611094-16.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros

Pressionar para que notícias a respeito do assessorado sejam publicadas, sonegar informações de interesse, divulgar inverdades e defender os interesses de quem o contratou acima dos da população contrariam o código de ética da profissão que não sei se ainda existe

Capítulo I - Do direito à informação

Art. 1º O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros tem como base o direito fundamental do cidadão à informação, que abrange direito de informar, de ser informado e de ter acesso à informação.

Art. 2º Como o acesso à informação de relevante interesse público é um direito fundamental, os jornalistas não podem admitir que ele seja impedido por nenhum tipo de interesse, razão por que:

I - a divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente da linha política de seus proprietários e/ou diretores ou da natureza econômica de suas empresas;

II - a produção e a divulgação da informação devem se pautar pela veracidade dos fatos e ter por finalidade o interesse público;

III - a liberdade de imprensa, direito e pressuposto do exercício do jornalismo, implica compromisso com a responsabilidade social inerente à profissão;

IV - a prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as não-governamentais, deve ser considerada uma obrigação social;

V - a obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação, a aplicação de censura e a indução à autocensura são delitos contra a sociedade, devendo ser denunciadas à comissão de ética competente, garantido o sigilo do denunciante.

Capítulo II - Da conduta profissional do jornalista

Art. 3º O exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza social, estando sempre subordinado ao presente Código de Ética.

Art. 4º O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos, deve pautar seu trabalho na precisa apuração dos acontecimentos e na sua correta divulgação.

Art. 5º É direito do jornalista resguardar o sigilo da fonte.

Art. 6º É dever do jornalista:

I - opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos;

II - divulgar os fatos e as informações de interesse público;

III - lutar pela liberdade de pensamento e de expressão;

IV - defender o livre exercício da profissão;

V - valorizar, honrar e dignificar a profissão;

VI - não colocar em risco a integridade das fontes e dos profissionais com quem trabalha;

VII - combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercidas com o objetivo de controlar a informação;

VIII - respeitar o direito à intimidade, à privacidade, à honra e à imagem do cidadão;

IX - respeitar o direito autoral e intelectual do jornalista em todas as suas formas;

X - defender os princípios constitucionais e legais, base do estado democrático de direito;

XI - defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias individuais e coletivas, em especial as das crianças, adolescentes, mulheres, idosos, negros e minorias;

XII - respeitar as entidades representativas e democráticas da categoria;

XIII - denunciar as práticas de assédio moral no trabalho às autoridades e, quando for o caso, à comissão de ética competente;

XIV - combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza.

Art. 7º O jornalista não pode:

I - aceitar ou oferecer trabalho remunerado em desacordo com o piso salarial, a carga horária legal ou tabela fixada por sua entidade de classe, nem contribuir ativa ou passivamente para a precarização das condições de trabalho;

II - submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação;

III - impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de idéias;

IV - expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo vedada a sua identificação, mesmo que parcial, pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalho ou residência, ou quaisquer outros sinais;

V - usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime;

VI - realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não-governamentais, da qual seja assessor, empregado, prestador de serviço ou proprietário, nem utilizar o referido veículo para defender os interesses dessas instituições ou de autoridades a elas relacionadas;

VII - permitir o exercício da profissão por pessoas não-habilitadas;

VIII - assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos de cuja produção não tenha participado;

IX - valer-se da condição de jornalista para obter vantagens pessoais.

Capítulo III - Da responsabilidade profissional do jornalista

Art. 8º O jornalista é responsável por toda a informação que divulga, desde que seu trabalho não tenha sido alterado por terceiros, caso em que a responsabilidade pela alteração será de seu autor.

Art 9º A presunção de inocência é um dos fundamentos da atividade jornalística.

Art. 10. A opinião manifestada em meios de informação deve ser exercida com responsabilidade.

Art. 11. O jornalista não pode divulgar informações:

I - visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica;

II - de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos, especialmente em cobertura de crimes e acidentes;

III - obtidas de maneira inadequada, por exemplo, com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos, salvo em casos de incontestável interesse público e quando esgotadas todas as outras possibilidades de apuração;

Art. 12. O jornalista deve:

I - ressalvadas as especificidades da assessoria de imprensa, ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas;

II - buscar provas que fundamentem as informações de interesse público;

III - tratar com respeito todas as pessoas mencionadas nas informações que divulgar;

IV - informar claramente à sociedade quando suas matérias tiverem caráter publicitário ou decorrerem de patrocínios ou promoções;

V - rejeitar alterações nas imagens captadas que deturpem a realidade, sempre informando ao público o eventual uso de recursos de fotomontagem, edição de imagem, reconstituição de áudio ou quaisquer outras manipulações;

VI - promover a retificação das informações que se revelem falsas ou inexatas e defender o direito de resposta às pessoas ou organizações envolvidas ou mencionadas em matérias de sua autoria ou por cuja publicação foi o responsável;

VII - defender a soberania nacional em seus aspectos político, econômico, social e cultural;

VIII - preservar a língua e a cultura do Brasil, respeitando a diversidade e as identidades culturais;

IX - manter relações de respeito e solidariedade no ambiente de trabalho;

X - prestar solidariedade aos colegas que sofrem perseguição ou agressão em conseqüência de sua atividade profissional.

Capítulo IV - Das relações profissionais

Art. 13. A cláusula de consciência é um direito do jornalista, podendo o profissional se recusar a executar quaisquer tarefas em desacordo com os princípios deste Código de Ética ou que agridam as suas convicções.

Parágrafo único. Esta disposição não pode ser usada como argumento, motivo ou desculpa para que o jornalista deixe de ouvir pessoas com opiniões divergentes das suas.

Art. 14. O jornalista não deve:

I - acumular funções jornalísticas ou obrigar outro profissional a fazê-lo, quando isso implicar substituição ou supressão de cargos na mesma empresa. Quando, por razões justificadas, vier a exercer mais de uma função na mesma empresa, o jornalista deve receber a remuneração correspondente ao trabalho extra;

II - ameaçar, intimidar ou praticar assédio moral e/ou sexual contra outro profissional, devendo denunciar tais práticas à comissão de ética competente;

III - criar empecilho à legítima e democrática organização da categoria.

Capítulo V - Da aplicação do Código de Ética e disposições finais

Art. 15. As transgressões ao presente Código de Ética serão apuradas, apreciadas e julgadas pelas comissões de ética dos sindicatos e, em segunda instância, pela Comissão Nacional de Ética.

§ 1º As referidas comissões serão constituídas por cinco membros.

§ 2º As comissões de ética são órgãos independentes, eleitas por voto direto, secreto e universal dos jornalistas. Serão escolhidas junto com as direções dos sindicatos e da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), respectivamente. Terão mandatos coincidentes, porém serão votadas em processo separado e não possuirão vínculo com os cargos daquelas diretorias.

§ 3º A Comissão Nacional de Ética será responsável pela elaboração de seu regimento interno e, ouvidos os sindicatos, do regimento interno das comissões de ética dos sindicatos.

Art. 16. Compete à Comissão Nacional de Ética:

I - julgar, em segunda e última instância, os recursos contra decisões de competência das comissões de ética dos sindicatos;

II - tomar iniciativa referente a questões de âmbito nacional que firam a ética jornalística;

III - fazer denúncias públicas sobre casos de desrespeito aos princípios deste Código;

IV - receber representação de competência da primeira instância quando ali houver incompatibilidade ou impedimento legal e em casos especiais definidos no Regimento Interno;

V - processar e julgar, originariamente, denúncias de transgressão ao Código de Ética cometidas por jornalistas integrantes da diretoria e do Conselho Fiscal da FENAJ, da Comissão Nacional de Ética e das comissões de ética dos sindicatos;

VI - recomendar à diretoria da FENAJ o encaminhamento ao Ministério Público dos casos em que a violação ao Código de Ética também possa configurar crime, contravenção ou dano à categoria ou à coletividade.

Art. 17. Os jornalistas que descumprirem o presente Código de Ética estão sujeitos às penalidades de observação, advertência, suspensão e exclusão do quadro social do sindicato e à publicação da decisão da comissão de ética em veículo de ampla circulação.

Parágrafo único - Os não-filiados aos sindicatos de jornalistas estão sujeitos às penalidades de observação, advertência, impedimento temporário e impedimento definitivo de ingresso no quadro social do sindicato e à publicação da decisão da comissão de ética em veículo de ampla circulação.

Art. 18. O exercício da representação de modo abusivo, temerário, de má-fé, com notória intenção de prejudicar o representado, sujeita o autor à advertência pública e às punições previstas neste Código, sem prejuízo da remessa do caso ao Ministério Público.

Art. 19. Qualquer modificação neste Código só poderá ser feita em congresso nacional de jornalistas mediante proposta subscrita por, no mínimo, dez delegações representantes de sindicatos de jornalistas.

Vitória, 04 de agosto de 2007.

Federação Nacional dos Jornalistas

Vila dos Pescadores de Tapes

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Por que o PT participa da administração Tejada em Tapes?

É mesmo lamentável que o PT faça parte do governo Tejada em Tapes. Saiu a primeira etapa do projeto de renovação da orla- que custou R$ 380 mil aos cofres públicos, num convênio com a Metroplam. O documento está fechado no gabinete municipal e não houve manifestação do Diretório do PT de Tapes para que fosse aberto à comunidade para organização de seminários e debates, que é a tradição deste partido. Agora a prefeitura repassou a conta de luz aos pescadores, caso contrário haverá corte, mas a Unidade, que possibilitaria que eles comercializassem o gelo para pagar a conta, não.
E, ainda, quem visitar a Unidade de Filetagem terá a oportunidade de ver as câmaras frigoríficas desligadas desde 2006, porque falta fiação na obra. O dinheiro já veio faz tempo e daí?
A máquina de produção de gelo, adquirida por licitação, da Empresa de Caxias do Sul, é uma verdadeira engendração, que nem em fundo de quintal se faria coisa pior, atestou um engenheiro de Porto Alegre.
E, coisas deste tipo são comuns para atual administração, que em 2008 comprou máquinas de costuras para uma cooperativa de costureiras daqui, elas tinham trabalho, mas as máquinas não funcionavam. O que administração fez? Recolheu-as e deixou as trabalhadoras a ver navios, ou melhor, barcos encalhados na Sanga dos Charquedas, a espera dos molhes dos pescadores, cuja verba de R$ 150 mil está disponível desde 2006. A assessoria de Imprensa da prefeitura enviava, até outubro do ano passado, a alegação de que a obra não saia porque não tinha a licença da FEPAM. Só que o processo está arquivado porque, mesmo depois de parecer favorável, a prefeitura não deu notícias.
Na comunidade das Camélias há violação dos direitos humanos, porque a comunidade não tem água decente para beber ou transporte público e trabalha numa cooperativa, cuja água foi cortada porque a Prefeitura havia se comprometido de pagar a conta e não pagou, fornecer creche às trabalhadoras, moradia e complementar o salário que não chega a R$ 240 por mês.

Não vou atrás deste absurdos administrativos. Eles se esfregam na cara da gente.











quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Todos os livros serão um só: A beleza deste mundo

Todos os livros serão um só: A beleza deste mundo

Mais Yvette K. Centeno

devolvo-te ao sonho

e à palavra

se é sonho

e se é palavra que desejas



devolvo-te

a ti mesmo

se acaso

te procuras



desvio a luz

para que olhando

vejas



Y. K. Centeno, Perto da Terra, 1984, p. 67




Fonte: Centro de Recursos Anti-discriminação

CENTRO DE RECURSOS ANTI-DISCRIMINAÇÃO

A Arte da Cultura: Silêncios - Símbolos - Máscaras. Colóquio de Homenagem à Professora Yvette Kace Centeno


Sou apenas um sinal
sou apenas um caminho

(quantas vezes, percorrido
até chegar ao destino?)



A Oriente

YVETTE K. CENTENO NA BIBLIOTECA DO GATO

YVETTE K. CENTENO NA BIBLIOTECA DO GATO

UTOPIA 2013: YVETTE K. CENTENO: LITERATURA E ALQUIMIA

UTOPIA 2013: YVETTE K. CENTENO: LITERATURA E ALQUIMIA

Os Nefilim e a queda de um ser - Carl Gustav Jung

Os Nefilim e a queda de um ser - Carl Gustav Jung

by Hugo Urlacher

Ó vinde, Bacas!

brooke shaden


Ô da rua! Ô da internet! Vem renovar-te. Ô da rua! Vem para a festa! Há música na noite! Ouves? Da montanha, o som estridente dos sinos de bronze, tambores e flautas ressonantes. Sabacio! Baco! Yaco! Básaro! Zalmoxis! Ó Dionísio! Ô da rua! O Deus se rebaixa a nós, se transfere para a terra e para o corpo! Alegra-te! A terra geradora é o túmulo e o ventre, onde tudo cresce profusamente, é a vida e o começo. Vem morrer para renascer maior e melhor! Um cordão umbilical nos liga ao ventre fecundo da terra. Eia, lá vai um corpo velho, acompanhado de mãos do velho aio, vestidos em nébridas coloridas, desejosos de executarem as danças. Dois corpos imperfeitos, com toda sua materialidade imediata. E, haverá um rei travestido de mulher. Ri-te! O riso degrada e materializa! Em êxtase, as Loucas te predizem: a compreensão desta imagem cômica se perderá no futuro, interpretada com absoluta seriedade e unilateralidade, razão pelo qual se tornará falsa e anódina. Eia Bacas! E, o mesmo Rei será despedaçado. Ô do palácio! As Loucas, libertas da verdade deste mundo, a contemplá-lo libertas dessa verdade!
Ri-te, ri-te, ri-te, com relevo.


Do desnecessário




"Vamos fazer um trato? Eu não me suicido e

tu também não te suicidas.



Eu não lavo a tua louça e tu não precisas lavar a minha."
 
RS

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

"Anti-rodeio: cultura não é tortura" - Algumas opiniões




Algumas opiniões deixadas no Abaixo-assinado pela Revogação da Lei nº. 10.519/02 para a abolição dos rodeios e edição de lei que proiba a utilização de animais em rodeios para Congresso Nacional, Ministério Público Federal, Estadual e OAB.

RODEIO É IGUAL AS FESTAS DA ANTIGA ROMA - TORTURA - TORTURA E MATANÇA ... CHEGA!!!!!!!
Dirce Tálamo PI


Rodeio não tem nada a ver com cultura e identidade brasileira. Assim seja instituido as Cavalhadas, o Bumba-Meu-Boi e outros. Sejam resgatados rituais indígenas.
Bruno de Oliveira Castro


Eu odeio rodeio, isto não e cultura é safadeza e maldade pura, diversão de idiotas e ignorantes.
Gisele Soares Garcia Vieira


Os animais irracionais usam outros animais para ganhar dinheiro pra si mesmo.
Heitor Leandro Marinho

Maus-tratos é um absurdo!
Marco Antonio Ribeiro da Silva


Temos 28 assinaturas, precisamos de milhares. Participa dos mais antigos métodos de democracia, convida teus amigos a assinarem o abaixo-assinado. É fácil preenchê-lo, leva-se poucos minutos. A Europa está mudando a história, abolindo as malditas touradas, vamos nós também acabar com os estúpidos rodeios.

Petição Pública Brasil - «Anti-rodeio: cultura não é tortura»



http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N5839


...Participa, é importante!


Assina o abaixo-assinado aqui http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N5839 e divulga-o por teus contatos.

domingo, 23 de janeiro de 2011

by Brooke Shaden

Teatro Anatómico: My own private Roy Channing story

Teatro Anatómico: My own private Roy Channing story

De Tarde (Cesário Verde)

Naquele piquenique de burguesas,
Houve uma coisa simplesmente bela;
E que, sem ter história nem grandezas,
Em todo o caso dava uma aguarela.

Foi quando tu, descendo do burrico,
Foste colher, sem imposturas tolas,
A um granzoal azul de grão-de-bico
Um ramalhete rubro de papoulas.

Pouco depois, em cima duns penhascos,
Nós acampámos, inda o sol se via;
E houve talhadas de melão, damascos,
E pão-de-ló molhado em malvasia.

Mas, todo púrpuro, a sair da renda
Dos teus dois seios como duas rolas,
Era o supremo encanto da merenda
O ramalhete rubro das papoulas!


Cesário Verde (1855-1886)

Pose




Intervenção do Roberto Silva :))))

Situações cheias de novidade


















Corpo

sábado, 22 de janeiro de 2011

MAGNOLIA Y SUEÑO



Escrito por Óscar Paúl Castro
(poeta mexicano) 











El amor es uno de los tantos caminos de la sangre

Mas todo alto crimen es amor Fiera plena Jadeando tras el salto

El hocico manchado

Jirones de miel goteando de las garras

Un silencio convocó la primera grieta La primera piedra en el espejo

Una onda rota que hasta ti se arrastra todavía

Desde mí se han vuelto pesados nuestros pasos Hunden tu cuerpo en el agua

Huella Herida Es tu camino Y donde seas gritan Sígueme

A tus fantasmas

Tu sombra es larga en mí No me abandona Rompe la piel de mis fronteras

Desborda todo margen Marchitando Y de vez en cuando Todo lo desbanda

Como un sueño de halcón en la paloma

Desde mí estás solo Innumerable y solo Sitiado por espejos que te vuelven

el rostro Que se alejan un paso a cada paso Avanzas como un pez de niebla

Y si derrotado mendigas de ternura Boqueas apenas ecos Amargos despojos

de palabras

Es baja tu miseria

Alta es mi miseria No lo entenderás nunca Si mendigo es porque todo lo poseo

Mis manos nunca han de llenarse No sé lo que es la sed Amor es una palabra

entre palabras Donde tú temes Donde tú adelantas sombra para sondear el abismo

Y regresas Yo avanzo siempre

Solo

Solo Solo Cien veces solo seas Miserable Regresas cada día Hundes

una llave como daga Mas no hay gritos Las paredes y las puertas se sostienen

y derrumban silenciosas Incluso la hierba Donde allende descansaba la mirada

Ha huido para siempre

Sólo tus fantasmas permanecen

Bien Quizás sea hora de dejar la mesa Antes de acostarme quisiera fumar

Mirar la lluvia

Deja eso ahí Amor Que los perros devoren los restos como siempre

Antes de que salgas Enciéndeme un cigarro Dame un beso

Y no olvides esconder el puñal bajo la almohada



Publicado em Refundación. Revista Latinoamericana


Ficha del autor
Culiacán, México, 1979. Poeta y traductor. Es licenciado en Lengua y Literatura Hispánicas por la Universidad Autónoma de Sinaloa. Es coautor de los libros de poesía Antes de los veinte (DIFOCUR, 1998), Los límites acordados (DIFOCUR, 2000), 1979 Antología poética (Palabras del Humaya, 2005), La luz que va dando nombre, Veinte años de la poesía última en México (Secretaría de Cultura del Gobierno del Estado de Puebla, 2007), La permanencia del relámpago. Antología de poesía de Sinaloa (Praxis, 2008), La letra en la mirada Antología de crónica literaria (Palabras del Humaya, 2009), El vértigo de los aires (Asociación de Escritores de México, 2009), Renovigo Piezas teatrales (Palabras del Humaya, 2009). Ha publicado en las revistas Generación, Literal, Crótalo, Flecha y Espejo, TextoS, Tierra Adentro, La Otra. Ha publicado traducciones en las revistas TextoS, Punto de Partida y en el Periódico de Poesía de la UNAM.
http://tradiuttore.wordpress.com/

Maus tratos na VIII EXPOAC RO

Bezerro em Rodeios





as provas de laço (‘calf roping’, 'bulldog', 'bareback’, team roping’ ou, em vernáculo, laçada de bezerro, laçada dupla, pega garrote e vaquejada),por implicar em tração na região cervical e cauda e na derrubada dos bezerros, causa dor e sofrimento aos animais
Gabriel Campos de Souza

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Rodeios: dor nos bastidores do espetáculo

Aparentemente, os cavalos e touros apresentados nos rodeios são furiosos e indômitos por natureza. Sucede, porém, que esses animais são mansos e normalmente encontram-se no último estágio de sua vida. Para que o rodeio se realize através dos sucessivos atos de montaria sobre o dorso dos animais, são submetidos à dor intensa em regiões vitais de seu corpo, a fim de parecerem naturalmente furiosos. Os animais utilizados nos rodeios são afligidos tanto antes quanto durante o espetáculo, bem como nos treinos dos montadores.
Dentre os diversos aparelhos utilizados para afligir os animais, a fim de que dêem saltos e corcoveios, pode se verificar o uso do sedém, das esporas, das peiteiras, bem como a aplicação de choques elétricos nos seus órgãos genitais.
O sedém é uma tira de crina de animal que é fortemente amarrada no flanco inguinal (virilha) dos animais. Do uso do sedém resulta a compressão dos ureteres dos animais (canais que ligam os rins à bexiga), além da compressão do prepúcio, do pênis e do escroto que fazem o animal saltar desesperadamente, a fim de livrar-se do incômodo e da dor.
As esporas, com formato rombo ou pontiagudo, acopladas às botas dos peões, são utilizadas para golpear o animal em locais como o baixo-ventre, o pescoço e a cabeça, podendo inclusive até cegá-los, e, em conjunto com o sedém e demais instrumentos, levam o animal a saltar de forma mais intensa, devido ao grande sofrimento que lhe é causado.
Da mesma forma, freqüentemente utilizada nos rodeios, as peiteiras consistem em cordas de couro fortemente atadas e enrijecidas em redor do peito dos animais por detrás de suas axilas. As peiteiras causam uma sensação de asfixia no animal, provocando-lhe medo e liberação de substâncias que alteram seu comportamento. Nas peiteiras são acrescentados sinos, também chamados de polacos, os quais produzem um barulho altamente angustiante ao animal, ficando ainda mais perturbador a cada corcoveio deste. Aliás, vale ressaltar que a irritação causada pelos polacos aos touros é  intensa.
O objetivo deste complexo de artifícios é provocar os pulos e corcoveios do animal, com maior intensidade, devido às fortes dores em seu tronco e às perturbações provocadas no seu sistema nervoso.
Existem ainda outros métodos e artifícios, utilizados antes dos animais entrarem na arena dos rodeios que, além de provocarem mais saltos e corcoveios dos animais, não são percebidos claramente pelos espectadores. Vale destacar: o uso de choques elétricos e mecânicos, que são aplicados nos órgão genitais do animal; a utilização de objetos pontiagudos, tais como pregos, pedras, alfinetes e arames em forma de anzol colocados sob a sela do animal; a inserção de terebintina e pimenta no corpo do animal, para que fiquem ainda mais enfurecidos; a disposição de substâncias abrasivas, que ao entrarem em contato com cortes e outros ferimentos no corpo do animal causam uma sensação de ardor insuportável; a aplicação de golpes e marretadas na cabeça do animal que costumam produzir convulsões, sendo métodos bastante utilizados quando o animal já está velho ou cansado, com o objetivo de provocar sua morte; e, a prática da descorna, que é a retirada, sem anestésico, dos chifres do touro com a utilização de um serrote, para a realização de determinadas provas, provocando ainda mais sangramentos e dor.
Todos esses métodos e artifícios são praticados no brete, que é o local onde os animais ficam presos antes da provas e são preparados para montaria.

Fonte: excertos adaptados do artigo de Gabriel Campos de Souza

“Por que não temos nossos molhes?”, questionam pescadores no esforço de desencalharem embarcações




Desde 2007 há verba de 150 mil para a construção dos molhes. A FEPAM dá como aceite o termo de referência, que já foi encaminhado em 2007, mas abandonado pela Prefeitura. E, com vontade política, a Superintendência de Portos e Hidrovias poderia realizar a batimetria. Os molhes resolveriam não só o problema da seca da Sanga dos Charqueadas como também das enchentes na Vila dos Pescadores. “Na verdade só é necessária uma carreira de pedra para atacar tanto a água como a areia, porque esta areia a água traz”, diz o presidente da Associação dos Pescadores, Paulo Afonso Rodrigues Castro







Mesmo a licença para o desassoreamento já está vencida, junto à FEPAM

Convivem há cem anos com o problema que teria fim se a verba que está disponível, desde 2007, de R$ 150 mil fosse aplicada pela Prefeitura Municipal para a construção dos molhes. Obra de baixo impacto ambiental, devido a própria constituição da orla, teve o termo de referência, encaminhado pela Prefeitura, em 2007, aceito pela FEPAM em três de abril de 2008. A partir desta data, a FEPAM não obteve reposta da Prefeitura, e este ano o processo foi arquivado. Segundo informações da autarquia, caso a Prefeitura tenha interesse em discutir novamente o termo de referência original- a FEPAM terá que fazer novo estudo porque, a partir de 2007, há muita legislação nova que pode incidir sobre a região.
O presidente da Associação dos Pescadores, Paulo, disse que o prefeito informou que iria mudar o projeto original por um mais simples para que o valor disponível de R$ 150 mil abarque a construção da obra. “Eles queriam fazer tipo um cais, mas é para barcos de grande porte”, considera Paulo.
Conforme o prefeito, Sylvio Tejada, “ali exige tipo de projeto que envolve batimetria, que custa 31 mil reais- último orçamento que tivemos, então estamos tentando viabilizar uma forma para reduzir”. Entretanto, a redação do Regional de Notícias entrou em contato com a Superintendência de Portos e Hidrovias, e a assessoria de comunicação informou que se for encaminhado um ofício ao Superintendente Diretor, explicando a situação dos Pescadores, é provável que este órgão realize a batimetria.

“A situação dos pescadores é péssima”,
diz Paulo. ”A água baixa e quem chega da lagoa não consegue entrar para o porto ou sair”. Nessa época, eles costumam fazer viagens de férias com a família ou receber pescadores de outras localidades. O desassoreamento da Sanga, realizado pela Prefeitura, ou por eles mesmos, a contratarem empresa particular por R$ 70 por hora, quando a Prefeitura alega não ter máquina disponível, dura pouco, porque depende dos ventos. “Eles puxam a terra e não tiram, então o mar bate ali e joga toda a areia para dentro da sanga novamente”, explica Paulinho.
Com a correnteza da água vêm pedaços de madeira, pedras. “Aconteceu várias vezes de, tentando entrar ou sair da sanga, a quebra de eixos, hélices”, conta Paulo. Em época de chuvas ou temporais é comum os pescadores se atirarem na água- muitas vezes na madrugada, porque as ancoras não seguram, e há o risco das embarcações irem para cima dos trapiches velhos. “Já aconteceu de furar barco”. Segurar âncoras, tirar água das embarcações não têm sido uma rotina fácil.
Quando há muito vento até levam para o náutico. “Mas se levar para lá, a gente tem que ficar cuidando dos barcos, e eles também não aceitam muito os pescadores lá”, diz Paulo. “É complicado para eles, porque lá estão só veleiros e barcos de passeio”.


Matéria publicada com algumas alterações no Regional de Notícias- Tapes.

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Bibliografias

Bibliografia Núcleo de Dramatugia SESI SP

POÉTICA
Aristóteles (há várias traduções possíveis).
A EXPERIÊNCIA VIVA DO TEATRO
Eric Bentley – Coleção Palco e Tela
Zahar Editores, 1981
O DRAMATURGO COMO PENSADOR
Eric Bentley - Editora Civilização Brasileira, 1991
TEATRO GREGO – TRAGÉDIA E COMÉDIA
Junito de Souza Brandão - Vozes, 1984
PARA TRÁS E PARA FRENTE – UM GUIA PARA LEITURA DE PEÇAS
TEATRAIS
David Ball – Coleção Debates - Ed. Perspectiva, 1999
LER O TEATRO CONTEMPORÂNEO
Jean-Pierre Ryngaert – Ed. Martins Fontes, 1998
TRÊS USOS DA FACA – SOBRE A NATUREZA E A FINALIDADE DO DRAMA
David Mamet - Ed. Civilização Brasileira, 2001
DICIONÁRIO DE TEATRO
Patrice Pavis – Ed. Perspectiva, 1999
A ANÁLISE DOS ESPETÁCULOS
Patrice Pavis – Ed. Perspectiva, 2005
MITO E REALIDADE
Mircea Eliade - Coleção Debates, Editora Perspectiva, 1972
TRAGÉDIA MODERNA
Raymond Williams - Ed. Cosac & Naify, 2002
PROBLEMAS DA POÉTICA DE DOSTOIÉVSKI
Mikhail Bakhtin - Forense Universitária,1997
O TEATRO ÉPICO
Anatol Rosenfeld - COLEÇÃO DEBATES – Editora Perspectiva, 1985
O TEATRO BRASILEIRO MODERNO
Décio de Almeida Prado – COLEÇÃO DEBATES - Ed. Perspectiva, 1988
O TEXTO NO TEATRO
Sabato Magaldi – Ed. Perspectiva, 2001
TEORIA DO DRAMA MODERNO [1880-1950]
Peter Szondi – Cosac & Naify, 2001
TEATRO PÓS-DRAMÁTICO
Hans-Thies Lehmann - Ed. Cosac & Naify, 2007
O RISO – ENSAIO SOBRE A SIGNIFICAÇÃO DO CÔMICO
Henri Bergson – Ed. Zahar, 1983
WRITING A PLAY
Gooch, Steve - A & C Black Publishers Limited. 2004
PlAYWRITING
Greig, Noel - Routledge, USA, 2005




Psicologia junguiana
EDINGER, Edward F. Ego e Arquétipo, SP, Cultrix, 1989
HILLMAN, James. Estudos de Psicologia arquetípica, RJ, Achiamé, 1981
JAFFÉ, Aniela. O Mito do Significado na Obra de C. G. Jung, SP, Cultrix, 1989
JUNG, Carl Gustav. Obras Completas, Petrópolis, Vozes
JUNG, Carl Gustav. O Homem e Seus Símbolos, RJ, Nova Fronteira, 1964
JUNG, Carl Gustav. Memórias Sonhos e Reflexões, RJ, Nova Fronteira, 1961
NEUMANN, Erich. História da Origem da Consciência, SP, Cultrix, 1990
SILVEIRA, Nise. Imagens do Inconsciente, RJ, Alambra, 1981
VON FRANZ, Marie-Louise, C.G.Jung, Seu Mito em Nossa Época, SP, Cultrix, 1992
WHITMONT, Edward C. A Busca do Símbolo, SP, Cultrix, 1994
ZWEIG, Connie, e ABRAMS, Jeremiah.(organizadores). Ao Encontro da Sombra, SP, Cultrix, 1994
HILLMAN, James. O Código do Ser, RJ, Objetiva, 1997
MINDELL, Arnold, O Corpo Onírico, SP, Summus, 1989
NEUMANN, Erich. A Criança, SP, Cultrix, 1991
SAMUELS, Andrew e Colaboradores. Dicionário Crítico de Análise Junguiana, R J, Imago, 1988
SHARP, D. Tipos de personalidade, SP, Cultrix, 1990
VON FRANZ, M. L. & HILLMAN, J. A tipologia de Jung, SP, Cultrix, 1990
BOLEN, Jean Shinoda. A Sincronicidade e o Tao, SP, Cultrix, 1991
CLARKE, J. J. Em Busca de Jung, RJ, Ediouro, 1993
FRANZ, Marie-Louise von. Adivinhação e sincronicidade, SP, Cultrix, 1985
HILLMAN, James. Suicídio e alma, Petrópolis, Vozes, 1993
HILLMAN, James. Uma busca interior em psicologia e religião, SP, Paulinas, 1985
PROGROFF, Ira. Jung, Sincronicidade e destino humano, SP, Cultrix, 1989
Tuiavii. O Papalagui, SP, Marco Zero. 1987
GUGGENBÜHL-CRAIG, Adolf. O abuso do poder na psicoterapia e na medicina, serviço social, sacerdócio e magistério. RJ, Achiamé, 1978
SANFORD, J. Os Parceiros Invisíveis, SP, Paulus, 1986
STEIN, Robert. Incesto e amor humano, SP, Símbolo, 1978
STEINBVERG, Warren. Aspectos Clínicos da Terapia Junguiana, SP, Cultrix, 1992
BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega, Petrópolis, Vozes, 1989
CAMPBELL, Joseph. O poder do mito, SP, Palas Athena, 1990
FIERZ, Heinrich Karl. Psiquiatria junguiana, SP, Paulus, 1997
HILLMAN, J. O mito da análise, RJ, Paz e Terra, 1984
KERÉNYI, Karl. Os Deuses Gregos/Os Heróis Gregos, SP, Cultrix, 1994
SALAND, N. S. A Personalidade limítrofe, SP, Cultrix, 1989
VON FRANZ, Marie-Louise. Reflexos da alma, SP, Cultrix, 1992
SAMUELS, Andrew. Jung e os Pós-Junguianos, RJ, Imago, 1989
SANFORD, John. Os sonhos e a cura da alma. SP, Paulinas, 1991
WHITMONT, Edward e S. Pereira. Sonhos um portal para a fonte,SP, Summus, 1995
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico, SP, Cortez, 2000
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia, SP, Ática, 1995
Brandão, Junito de Souza (1998). Mitologia Grega –– Petrópolis: Ed. Vozes, 1998, vol 2, pp. 113-140.
Byington, Carlos A.B. (2008). Psicologia Simbólica Junguiana – São Paulo: Ed. Linear B, 2008, capítulos 1, 2, 3 e 4.

Real é o que produz efeitos, Carl Jung

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